31/01/10

DEPRESSÃO EM BEBÊS

Bebês também podem sofrer depressão

Ansiedade, agitação constante, depressão. Por mais incrível que pareça, os bebês podem apresentar esses sintomas. Eles estão relacionados com problemas de transtornos psiquiátricos e se não forem tratados com antecedência, isso refletirá no futuro.

Os transtornos psicóticos são evidenciados em bebês através de reações simples como uma forma de deitar ou choros incontroláveis, não atendimento a chamados ou, até mesmo, atitudes demasiadamente quietas. Essas ações precisam ser analisadas dentro de um conjunto, sempre levando em consideração o ambiente no qual o bebê vive e as doenças familiares.

A ansiedade apenas pode ser qualificada como transtorno no bebê se persistir por pelo menos duas semanas e interferir no funcionamento do sono, da alimentação, da comunicação com os pais e das brincadeiras. É preciso ficar atento porque outros tipos de transtornos podem ser confundidos com o de ansiedade. É o caso do transtorno de estresse traumático, quando as dificuldades e os problemas surgem após um trauma evidente.

Estudos têm revelado que crianças com transtornos ansiosos não tratados correm risco de se tornarem adolescentes e adultos tímidos e com grandes dificuldades de relacionamento. A vulnerabilidade, nestes casos, para o uso de álcool e de drogas está em torno de 20% a 30% das pessoas com timidez, que começam a utilizá-los para relaxar. São freqüentes também os problemas profissionais, como a recusa por cargos que exigem contatos sociais. Investir em prevenção é, portanto, mais humano, lógico e barato. O tratamento, no caso de ansiedade, é feito através de ludoterapia e terapia familiar.

O ambiente da casa, o ritmo de vida do bebê e outros sintomas como falta de resposta a estímulos também devem ser levados em consideração.

O principal transtorno psicótico tem origem genética e é representado pelo autismo. As manifestações desta doença são bem características, como o constante balançar de cabeça, a posição imóvel por muito tempo e a concentração e fixação em atividades repetitivas. Os problemas mais recorrentes são cognitivos e afetivos. Nestes casos, o tratamento pode aliar técnicas da terapia comportamental e auxílio farmacológico.

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